Estamos ou não estamos no Ano Novo?

As boas resoluções começam com o início do novo ano. Mas queremos ou não queremos mudar para este novo ano? Nós somos paradoxais porque podemos e não podemos, ao mesmo tempo. Nós sempre nos sentimos divididos entre um lado que quer e um outro que prefere adiar… O último, sabemos bem, é aquele que espera mudar enquanto permanece nos velhos hábitos!

Estas situações de tensão entre uma parte e a outra de nós mesmos levam a uma imobilidade interior e continuamos com o mesmo “status quo”. A insatisfação de não podermos desenvolver algo deprime-nos ou faz-nos envolver em mil coisas ao mesmo tempo. Enchemos o dia com tantos compromissos para esquecer que não fizemos as coisas essenciais!

Nestes dias do Ano Novo, pensamos que é importante aproveitar o tempo para nos aproximarmos do centro de nós mesmos para ouvir.

Mas como chegar ao centro? E o que devemos ouvir?

Estamos no centro de nós mesmos quando percebemos aquilo que nos cria confusão ou sofrimento, quando somos testemunhas de nós mesmo. Estar no centro do nosso peito significa sentir ali o Divino com o qual queremos estreitar laços. Desta forma podemos escutar e tornar a comunicar com a parte mais elevada de nós e, observar lentamente o jogo dos nossos pensamentos porque já não nos identificamos com eles. Podemos, então, tomar as decisões correctas. Isto parece-nos o melhor desejo que podemos ter para este novo ano de 2018.

Angie e Bernard

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